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Sustentabilidade: TRE Amapá implanta projeto-piloto para reaproveitamento de água de aparelhos de ar-condicionado
A iniciativa foi implantada em três pontos, na sede e no cartório eleitoral de Tartarugalzinho, e tem potencial para reaproveitar de 800 a 900 litros de água a cada 20 dias de funcionamento
O Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) implantou o Projeto de Aproveitamento de Água de Condensação dos Sistemas de Climatização, iniciativa pioneira desenvolvida pela Seção de Governança de Infraestrutura (SGI), que busca promover o reaproveitamento da água gerada pelos aparelhos de ar-condicionado da instituição.
A iniciativa foi implantada em três pontos da Justiça Eleitoral amapaense: na Seção de Assistência à Saúde e na Seção de Transporte, ambas localizadas na sede do TRE-AP, em Macapá, e no Cartório da 8ª Zona Eleitoral, no município de Tartarugalzinho.
De acordo com a SGI, nos dois setores localizados na sede do Tribunal foram instalados reservatórios em equipamentos de climatização do tipo high wall, com capacidade de 24.000 BTU/h. Já no Cartório da 8ª Zona Eleitoral, o projeto contempla um equipamento do tipo piso-teto, com capacidade de 48.000 BTU/h.
Com o projeto, a água proveniente da condensação dos equipamentos, antes descartada, passa a ser coletada em reservatórios próprios para utilização em atividades que não exigem água potável. Cada reservatório possui capacidade estimada de 7,85 litros. Conforme as estimativas técnicas do projeto, o volume total de água reaproveitada pode variar de 800 a 900 litros a cada 20 dias de funcionamento, dependendo das condições ambientais e do uso dos aparelhos.
Segundo Elioenai Neves, chefe da Seção de Governança de Infraestrutura, a iniciativa demonstra como soluções simples podem ser incorporadas à rotina administrativa.
“Isso também contribui para fortalecer a responsabilidade ambiental e incentivar o uso racional dos recursos naturais”, afirma;
Sustentabilidade
A iniciativa está alinhada às diretrizes da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), sobretudo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6, que trata de água potável e saneamento, e 12, voltado ao consumo e à produção responsáveis. O projeto também está relacionado à Política de Sustentabilidade do Poder Judiciário.